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| 05 - Pontos Turísticos |
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Centro de Turismo de Natal
Em 1911, foi ampliado e adaptado, para nele funcionar o asilo de mendicidade Padre João Maria. Segundo informam jornais da época, o Asilo instalou-se em ótimas condições de higiene e conforto. Dispunha de 50 leitos, tendo abrigado inicialmente 28 mendigos.Entre 1920 e 1943, passou a funcionar no prédio o Orfanato Padre João Maria, destinado a crianças do sexo feminino, sob a direção de religiosas Filhas de Santana. Em 1945, a Casa de Detenção de Natal transferiu-se para o prédio do orfanato. No ano de 1976, ele foi restaurado com o propósito de ser transformado em um Centro de Turismo. Também conhecido como Casarão, há vários anos tornou-se um local de manifestações artísticas e culturais, após restaurado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN. Suas dependências foram adaptadas para diversos tipos de serviços de apoio turístico, como loja de artesanato, galeria de arte, teatro, restaurante, boate, bar, lanchonete, etc. De lá, também, pode-se ter uma vista panorâmica das praias urbanas. |
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Farol de Mãe Luiza
Com sua bela vista, o Farol de Mãe Luíza revela do alto de seus 151 degraus a imponência da capital potiguar. Parada obrigatória na visita à Natal. É o farol mais alto da américa do sul em relação ao nível do mar. Situado no Parque das Dunas, Via Costeira. |
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Fortaleza dos Reis Magos
Forte militar, um dos mais importantes do país, nascido com a cidade do Natal em 1598. Foi ocupado pelos holandeses, quando tomou o nome de Kastell Keulen. O chefe da Revolução no Rio Grande do Norte a favor da libertação do domínio monárquico, André de Albuquerque, morreu preso e vítima de ferimento grave em uma das celas da Fortaleza no ano de 1817. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional é um dos principais pontos de visitação turística do Estado. “O Forte se erguia, a setecentos e cinqüenta metros da barra, em cima do arrecife, ilhado nas marés altas. É lugar melhor e mais lógico, anunciando e defendendo a cidade futura. A planta é do jesuíta Gaspar de Samperes, que fora mestre nas traças de engenharia, na Espanha e Flandres, antes de pertencer à Companhia de Jesus. É a forma clássica do forte marítimo, afetando o modelo do polígono estrelado. O tenalhão abica para o norte, mirando a barra, com os dois salientes. No final, a gola termia dois por dois baluartes. O da destra, na curvatura, oculta o portão, entrada única, ainda defendida por um cofre de franqueamento, para quatro atiradores e, sobrepostos à cortina ou gola, os caminhos de ronda e uma banqueta de mosquetaria. Com sessenta e quatro metros de comprimento, perímetro de duzentos e quarenta, frente e gola de sessenta metros, o forte artilhava-se de maneira irrepreensível. Atiraria por canhoneiras e a mosqueteira pela gola em seteira no cofre ou de visada na banqueta. A artilharia principal atirava a barbeta” (História da Cidade do Natal. 3ª edição. Luís da Câmara Cascudo). |
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Memorial Câmara Cascudo
O Memorial em homenagem a Luís da Câmara Cascudo, pesquisador e maior folclorista do país, reúne um acervo de obras, correspondências, jornais, fotografias e a biblioteca particular do historiador com 9 mil títulos. O local designado pelo Governo do Estado para abrigar o Memorial Câmara Cascudo é uma construção do século XVIII erguida para servir de sede ao Real Erário. Foi reconstruído em 1875 para servir à Tesouraria da Fazenda. Já serviu também para uso do Quartel General do Exército Nacional. O Memorial normalmente é sede do Encontro de Cultura Popular, que acontece durante as comemorações da Semana do Folclore, com montagem de palco em frente ao prédio para apresentações de grupos folclóricos. A biblioteca do Memorial é aberta aos pesquisadores, mas não faz empréstimo externo porque são livros, alguns muito raros, do acervo do escritor. |
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Morro do Careca
No extremo sul, a presença de jangadas e o Morro do careca (uma duna de 120 metros de altura, margeada por vegetação) formam um dos mais belos cartões postais do Brasil. |
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O Maior Cajueiro do Mundo
Com cerca de 8.400 metros quadrados de copa e 120 anos de existência, aproximadamento, esta árvore é denominada a maior do gênero e a maior do mundo. O maior cajueiro do mundo encontra-se na praia de Pirangi, que é uma das das praias mais badaladas do litoral sul da capital Natal. O cajueiro de Pirangi emite do seu caule principal, ramos que, ao invés de subirem como é o normal nos outros vegetais, procuram o solo como se fossem raízes. |
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Abaixo o Turismo sexual infanto-juvenil

Exploração sexual não é atração aqui! |