Natal/RN, 30 de Julho de 2010
 
 
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05 - Pontos Turísticos
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Centro de Turismo de Natal

Em 1911, foi ampliado e adaptado, para nele funcionar o asilo de mendicidade Padre João Maria. Segundo informam jornais da época, o Asilo instalou-se em ótimas condições de higiene e conforto. Dispunha de 50 leitos, tendo abrigado inicialmente 28 mendigos.Entre 1920 e 1943, passou a funcionar no prédio o Orfanato Padre João Maria, destinado a crianças do sexo feminino, sob a direção de religiosas Filhas de Santana. Em 1945, a Casa de Detenção de Natal transferiu-se para o prédio do orfanato. No ano de 1976, ele foi restaurado com o propósito de ser transformado em um Centro de Turismo. Também conhecido como Casarão, há vários anos tornou-se um local de manifestações artísticas e culturais, após restaurado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN. Suas dependências foram adaptadas para diversos tipos de serviços de apoio turístico, como loja de artesanato, galeria de arte, teatro, restaurante, boate, bar, lanchonete, etc. De lá, também, pode-se ter uma vista panorâmica das praias urbanas.
Farol de Mãe Luiza

Com sua bela vista, o Farol de Mãe Luíza revela do alto de seus 151 degraus a imponência da capital potiguar. Parada obrigatória na visita à Natal. É o farol mais alto da américa do sul em relação ao nível do mar. Situado no Parque das Dunas, Via Costeira.
Fortaleza dos Reis Magos

Forte militar, um dos mais importantes do país, nascido com a cidade do Natal em 1598. Foi ocupado pelos holandeses, quando tomou o nome de Kastell Keulen. O chefe da Revolução no Rio Grande do Norte a favor da libertação do domínio monárquico, André de Albuquerque, morreu preso e vítima de ferimento grave em uma das celas da Fortaleza no ano de 1817. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional é um dos principais pontos de visitação turística do Estado. “O Forte se erguia, a setecentos e cinqüenta metros da barra, em cima do arrecife, ilhado nas marés altas. É lugar melhor e mais lógico, anunciando e defendendo a cidade futura. A planta é do jesuíta Gaspar de Samperes, que fora mestre nas traças de engenharia, na Espanha e Flandres, antes de pertencer à Companhia de Jesus. É a forma clássica do forte marítimo, afetando o modelo do polígono estrelado. O tenalhão abica para o norte, mirando a barra, com os dois salientes. No final, a gola termia dois por dois baluartes. O da destra, na curvatura, oculta o portão, entrada única, ainda defendida por um cofre de franqueamento, para quatro atiradores e, sobrepostos à cortina ou gola, os caminhos de ronda e uma banqueta de mosquetaria. Com sessenta e quatro metros de comprimento, perímetro de duzentos e quarenta, frente e gola de sessenta metros, o forte artilhava-se de maneira irrepreensível. Atiraria por canhoneiras e a mosqueteira pela gola em seteira no cofre ou de visada na banqueta. A artilharia principal atirava a barbeta” (História da Cidade do Natal. 3ª edição. Luís da Câmara Cascudo).
Memorial Câmara Cascudo

O Memorial em homenagem a Luís da Câmara Cascudo, pesquisador e maior folclorista do país, reúne um acervo de obras, correspondências, jornais, fotografias e a biblioteca particular do historiador com 9 mil títulos. O local designado pelo Governo do Estado para abrigar o Memorial Câmara Cascudo é uma construção do século XVIII erguida para servir de sede ao Real Erário. Foi reconstruído em 1875 para servir à Tesouraria da Fazenda. Já serviu também para uso do Quartel General do Exército Nacional. O Memorial normalmente é sede do Encontro de Cultura Popular, que acontece durante as comemorações da Semana do Folclore, com montagem de palco em frente ao prédio para apresentações de grupos folclóricos. A biblioteca do Memorial é aberta aos pesquisadores, mas não faz empréstimo externo porque são livros, alguns muito raros, do acervo do escritor.
Morro do Careca

No extremo sul, a presença de jangadas e o Morro do careca (uma duna de 120 metros de altura, margeada por vegetação) formam um dos mais belos cartões postais do Brasil.
O Maior Cajueiro do Mundo

Com cerca de 8.400 metros quadrados de copa e 120 anos de existência, aproximadamento, esta árvore é denominada a maior do gênero e a maior do mundo. O maior cajueiro do mundo encontra-se na praia de Pirangi, que é uma das das praias mais badaladas do litoral sul da capital Natal. O cajueiro de Pirangi emite do seu caule principal, ramos que, ao invés de subirem como é o normal nos outros vegetais, procuram o solo como se fossem raízes.
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Abaixo o Turismo sexual infanto-juvenil

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